A rede suíça Migros recusa-se a permitir compras por pessoas vacinadas

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Loja da Migros, a maior rede suíça de supermercados.

Afinal de contas esta estória é apenas uma sátira

Ui! Ui! Ui! Que barulho! Enquanto na mídia a propaganda de vacinação está em pleno andamento, o novo CEO da Migros, Patrick Frischluft, disse em sua primeira entrevista coletiva na quinta-feira: “A partir do verão de 2021 não permitiremos mais que pessoas que foram vacinadas contra a Corona entrem na Migros. Também pediremos gentilmente aos que usam máscara facial que as pendurem no suporte de máscaras na entrada. As doenças mentais de nossos funcionários aumentaram drasticamente nos últimos meses. Mostre sua cara novamente e dê um sorriso aos funcionários da Migros, eles precisam urgentemente dele agora.”

A mudança de estratégia ocorre após consulta ao Conselho de Administração. Patrick Frischluft realmente parece de fato trazer uma lufada de ar fresco para a empresa, e a administração está convencida disso. Na sua juventude, o carismático empresário conviveu por um ano com uma antiga tribo indígena na região amazônica. Segundo seu próprio relato, pôde ali aprender muito sobre a vida e que nem tudo é sempre tão simples como nos é dito.

A notícia agitou esta quinta-feira. Como uma matilha de cães latindo, mídias como 20min, blick.ch e também a SRF atacaram o novo CEO. Manchetes como “Escândalo de racismo na Migros”, “Migros rejeita valores suíços”, “Novo diretor-gerente discrimina aqueles que pensam de forma diferente”, “Onde estão os direitos humanos?” e até mesmo a “Chantagem moderna na Migros” circularam.

Por que essa mudança de estratégia? GnueHeuDunge quis saber mais e verificou com Patrick Frischluft.

“Os vacinados cultivam a obediência cega e são um perigo para a nossa democracia, para os nossos direitos civis, para o bem-estar dos nossos filhos e para o bem-estar de todos nós no futuro. Há mais de um ano que são vítimas de lavagem cerebral e seguem cegamente o plano de nosso governo, sem se preocupar com seus prejuízos. Como novo diretor administrativo, não posso assumir a responsabilidade de dar a estas pessoas um tratamento preferencial e colocá-las agora num pedestal. Não me entenda mal, dói meu coração discriminar as pessoas dessa forma grosseira. Mas, no fundo, sei que é extremamente importante dar o exemplo agora. Se os vacinados obtiverem vantagens por toda a parte, a situação será invertida contra nós a partir do verão de 2021.”

Patrick Frischluft respira fundo, sorri pensativo, murmura algo sobre “teatro de macacos” e continua: “Olha, essa loucura já está acontecendo há um ano. Depois da primeira e da segunda ondas, eles agora estão falando sobre uma terceira onda. Eu realmente não sei quanto tempo vai demorar até que percebam que não é nada mais do que uma única e permanente onda. Para saber mesmo que está doente, a grande maioria das pessoas precisa de um teste. Um teste que o próprio inventor disse não ter sido aprovado para fins de diagnóstico. A gripe acabou neste país, mas uma grande campanha está em curso, para fazer com que o maior número possível de pessoas faça a vacinação. Uma vacina que é mais perigosa do que o próprio vírus. Uma vacina que foi mal pesquisada e há cada vez mais relatos de que as pessoas vacinadas testaram positivo para a Covid pouco tempo depois, ou que ficaram doentes com vários efeitos colaterais. As pessoas vacinadas, com todo o respeito, vão ter o que merecem. Isto não é aceitável, e nós queremos dar o exemplo contra isto. Por isso, a partir do verão de 2021, Migros dará preferência às pessoas que não possam conciliar a vacinação com a sua consciência, àqueles que ainda pensam por si mesmos, confiam no seu sistema imunológico e não se limitam a cegamente, desculpem a expressão, receber cada pedaço de porcaria que nos é servido.”

“Além disso, os alertas sobre coronavírus transmitidos em nossas lojas também devem cessar. Em vez disso, serão ouvidas apenas músicas dos anos 60, 70 e 80. O objetivo é estimular as vibrações e frequências energéticas positivas nos clientes e propulsionar as vendas na Migros. E, claro, Patrick Frischluft dá uma piscadela maliciosa: “Os poucos francos que não receberemos em vendas que não foram feitas aos vacinados, serão compensados pelos compradores não vacinados.”

Ele se levanta, agradece aos jornalistas que estiveram presentes à coletiva e sai da sala dizendo estas palavras: “E um dia, talvez voltemos todos a ser humanos. Vacinados ou não”.

OK, é um projeto realmente especial! Os inscritos no site GnueHeuDunge estão animados para ver como isso vai evoluir, e já estão ansiosos para fazer compras na Migros a partir do verão de 2021!

P.S. Esclarecimento sobre a sátira. Não era minha intenção criar ressentimentos contra ninguém com esta postagem. Mas durante o ano passado houve perseguição contra as pessoas que pensam de forma diferente, chamados de “negacionistas”, “teóricos da conspiração”, “panicocéticos” e muitos outros xingamentos. Poderia muito bem ser o contrário, e a discriminação recair sobre os que se sujeitam às imposições sanitárias, e por isto é deliberadamente exagerado no texto acima. Esperamos continuar a ser pessoas que podem decidir livremente e sem censura quanto àquilo em que acreditamos e no modo como cada um quer se proteger.

Fonte: GnueHeuDunge

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