A face oculta da máscara

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A face oculta da máscara

Por Alexandre Petersen

Enquanto a grande mídia, políticos e celebridades apresentam a necessidade do uso da máscara durante o presente surto da Covid-19 como algo inquestionável, autoevidente e dogma absoluto, na mídia alternativa e redes sociais a eficácia desse uso, bem como de outras medidas de combate ao vírus, vem suscitando muita polêmica e sido causa de desagrado e indignação.

No meio médico e entre profissionais da saúde, habituados em razão da profissão ao uso da máscara, o advento da Covid-19 tornou-a de uma necessidade ainda mais viva e premente. De fato, o vírus precisa ser combatido, e essa é a dimensão sanitária do problema. O trabalho valioso desses profissionais – que cuidam da saúde do próximo pela qual juraram zelar – é necessário, legítimo e altamente louvável.

Feitas as devidas ressalvas e dados os devidos créditos, gostaria de dizer que não sou médico, mas também fiz um juramento quando ingressei no movimento católico há 30 anos. Jurei lutar contra outro tipo de mal, o comunismo, no contexto em que Nossa Senhora de Fátima profeticamente o anunciou: “A Rússia espalhará seus erros pelo mundo”. Desde então venho acompanhando os acontecimentos, estudando e tentando denunciar, com os parcos meios e tempo de que disponho, o comunismo e todos os seus desdobramentos e metamorfoses até os dias de hoje.

O leitor poderia perguntar: – Mas, e daí? O que é que um problema de saúde, e o uso ou não uso de uma simples máscara tem a ver com isso, com os erros da Rússia?

Sei que poderá causar vertigem em alguns, como se se costuma sentir numa montanha russa, supor que esses dois assuntos – tão distantes no tempo e com objetos aparentemente tão distintos – estejam assim relacionados. De fato, o uso das máscaras e o comunismo estão relacionados, e profundamente, como veremos.

Pandemia e divisão social

Sempre na história da humanidade as catástrofes naturais, as epidemias e as grandes emergências humanitárias são causadoras de comoção e de um saudável espírito de união entre pessoas, cidadãos, famílias e até países. A evidência gritante e indiscutível do problema e sua absoluta e avassaladora primazia se impõem sobre qualquer outro, e sobre qualquer diferença política, divergência de opinião, ou mesmo qualquer rixa ou discórdia, dando lugar a um unânime e magnânimo espírito humanitário de união, de concórdia e de apoio mútuo diante de uma realidade trágica.

Ora, muito destoante disso é o que se tem visto em torno da presente pandemia. O que se tem presenciado é um espetáculo deprimente, no estilo de “nós contra eles”. Prefeitos contra governadores, governadores contra presidentes, mascarados contra os sem máscaras, os pró-vacina versus os que se opõem a ela, o Butantã contra a Anvisa, os defensores da cloroquina e os contrários a ela…

Como perguntar não ofende, o que há de diferente das outras, nessa pandemia, que faz com que ela não consiga unir e ser um fator de concordância? Por que não há uma percepção unânime sobre a existência de uma crise humanitária, nos moldes e com a magnitude como vem sendo apresentada?

Não será por que ela não é assim tão evidente, mesmo com todo o esforço da mídia em falar sobre o tema 24 horas por dia e durante sete dias por semana? Não será por que, na verdade, pode estar sendo construída artificialmente, por agentes movidos por outros interesses que não a saúde das pessoas? De qualquer maneira, há aqui uma contradição em torno do assunto, que precisaria ser explicada.

Guerra de narrativas

Parte da explicação, creio eu, está em que, se em lugar de unir as pessoas a pandemia as divide é por que ela foi politizada e ideologizada. Vemos diariamente que há uma guerra de narrativas em curso, nas quais a versão absoluta e dominante é promovida majoritariamente pelo establishment progressista e esquerdista mundial, que se apresenta como o defensor máximo dos interesses da humanidade, e que tem em suas mãos o controle total sobre as políticas de combate ao vírus.

De outro lado, em sua maioria, os cidadãos comuns, afetados diretamente pela política sanitária imposta pelas autoridades, que sentem na própria pele os efeitos nefastos de tais políticas, que são piores e fazem mais mal do que a pandemia em si, esses cidadãos comuns tendem a ser mais conservadores e de direita, uma vez que vivem a realidade do dia a dia, e não estão em nenhum “cluster” esquerdista iluminado como uma ONG, um diretório acadêmico, ou um camarim do Projaquistão etc. Esses que questionam as políticas sanitárias da esquerda são tratados como cidadãos de segunda classe, negacionistas pérfidos, e até genocidas.

Enquanto os cidadãos comuns querem apenas poder trabalhar, ir à igreja e passear no parque, as autoridades e a mídia criam uma atmosfera de histeria e irracionalidade, com o propósito de fazerem andar sua agenda sem resistência, de modo que o geral da opinião pública aceite todo tipo de medida restritiva, cerceamento de liberdades e mudança comportamental que lhe seja imposto.

Ou seja, a Covid-19 parece estar sendo utilizada como uma eficientíssima arma da guerra psicológica revolucionária, que o comunismo é tão useiro e vezeiro em utilizar contra a Civilização Cristã. Aqui já está assinalada uma primeira amostragem da profunda relação existente entre a epidemia e os “erros da Rússia” anunciados em Fátima.

Pandemia e geopolítica

É preciso ter em mente que o ator principal desse filme de terror chamado de Covid-19 é justamente a China comunista, de onde veio o vírus, a qual é, por sua vez, uma extensão on steroids dos erros da Rússia acima mencionados.

Uma possível chave de interpretação para entender a origem da atual pandemia e sua posterior politização pode estar na análise da situação geopolítica e da balança mundial de poder à época do surgimento do vírus, dentro do contexto da relação entre as principais potências mundiais. Nesse sentido, é preciso considerar que durante os últimos 40 anos os EUA e outros países ocidentais financiaram e promoveram o crescimento do regime comunista chinês.

Mas isso mudou com a inesperada eleição de Donald Trump em 2016. Trump quebrou uma nefasta tradição obedecida tanto por democratas como por republicanos, de adular e favorecer o regime comunista chinês, alimentando-o com investimentos, tecnologia, comida e com a posterior compra de seus produtos. Ele corajosamente adotou uma série de medidas concretas que foram na contramão de décadas de entreguismo e concessões feitas a Pequim.

 Ainda durante a campanha eleitoral, Trump sinalizou claramente que tomaria tais medidas se fosse eleito, pois o comércio e o relacionamento de maneira geral com a China estavam sendo extremamente desvantajosos e até danosos para os EUA.

Já eleito, depois de tentar fazer com que os chineses mudassem sua postura, mas sem sucesso, Trump começou a tomar as medidas que havia prometido em campanha, que culminaram com a cobrança de tributos sobre uma enorme lista de produtos chineses e o embargo de outros. A China retaliou taxando e embargando alguns produtos americanos também. Começou a guerra comercial entre os dois países.

Acontece que os EUA são o principal cliente da China, e o início dessa guerra diminuiu drasticamente a entrada e o consumo de produtos chineses nos EUA, diminuindo como consequência a entrada de recursos na China, fazendo aumentar de maneira insuportável a já monumental divida interna chinesa.

Trump e sua equipe econômica sabiam que tinham atingido o calcanhar de Aquiles chinês, e que esta não teria como sustentar uma guerra econômica por muito tempo. Ela teria que sentar-se à mesa de negociação para continuar existindo, além de seguir as regras internacionais do direito de propriedade intelectual, adequar-se às leis trabalhistas ocidentais e, sobretudo, seguir as convenções de direitos humanos e aceitar observadores independentes para fiscalização interna na China.

Ora, seguir todas essas medidas significaria uma abertura do regime comunista que poderia levar à perda do controle sobre a informação e sobre a população, gerando protestos e levantes, que resultariam cedo ou tarde na queda do regime comunista chinês.

E isso o PCC não poderia aceitar. Além do mais, seria uma tremenda humilhação internacional para a China, e por outro lado, uma vitória que fortaleceria enormemente o governo com agenda abertamente cristã, conservadora e anticomunista de Donald Trump, que desequilibraria a balança do poder mundial de maneira significativa e irremediável em favor do Ocidente.

Covid-19: o milagre chinês

E foi nesse contexto que na China, numa situação desesperadora, surgiu o vírus da Covid-19 que se tornou pandemia. Não havia outra coisa a fazer, caso se sentasse à mesa com Trump: teria de fazer concessões perigosas que enfraqueceriam o regime. Se não buscasse a negociação, em pouco tempo não teria mais dinheiro para manter a enorme estrutura que havia montado com o dinheiro e o know-how ocidental.

A China então entraria em uma profunda recessão que estimularia o grande descontentamento interno e também o risco de levantes, protestos e de perda de controle da situação. Internacionalmente, deixaria de ser protagonista e voltaria a ocupar novamente seu lugar no terceiro mundo.

Os holofotes mundiais estavam ligados sobre a guerra comercial e havia expectativa em torno de qual seria o desfecho da situação. A China precisava que um “milagre” acontecesse, um “milagre” que tirasse primeiramente os holofotes da surra e da humilhação que ela estava sofrendo com a guerra comercial, e que num segundo momento criasse uma situação de enfraquecimento para os EUA e, se possível, tirasse Trump do poder e colocasse, no lugar dele, alguém novamente controlado por Pequim.

E o “prodígio” aconteceu e se chamou Covid-19. Um vírus que, por suposta coincidência, apareceu inicialmente na China em condições misteriosas em um mercado de animais exóticos, que ficava, também por coincidência, ao lado de um laboratório militar.

O vírus chinês atraiu sobre si os holofotes de toda mídia ocidental e causou destruição econômica, sobretudo nos EUA. E sob o pretexto de uma pandemia que a esquerda americana pôde entrar com 300 processos nas cortes estaduais pedindo alterações nas leis eleitorais que, por sua vez, viabilizaram a maior fraude eleitoral da história dos EUA, quiçá da história mundial, a qual derrotou Trump e colocou no poder Joe Biden, controlado pela China. 

E vejam outra coincidência incrível: o país que teve o crescimento mais exponencial, dentre os poucos que conseguiram crescer durante a presente pandemia, foi justamente a China.

Ora, nem nas melhores e mais otimistas expectativas que Xi Jinping e o alto escalão do PCC pudessem ter tido, para livrá-los da tremenda enrascada em que Trump os havia colocado, poderia ter aparecido uma solução espontânea e natural tão perfeita, respeitando um timing tão preciso, quanto a Covid-19, para livrá-los do pesadelo da guerra comercial com os EUA. Uma solução que além de livrá-los dos seus demônios, ainda os enviassem ao Ocidente para causar destruição e deixá-lo de joelhos.

Mix diabólico: “psi-war”, desinformação e guerra irrestrita

A coincidência supõe a falta de relação causa e efeito entre dois eventos. Supõe que a China não foi causa criadora do efeito Covid-19. Se a China o foi, então não houve coincidência, mas causalidade.

Ora, o surgimento desse vírus, no momento tão crucial em que uma guerra comercial estava em curso e que o colosso chinês mostrava seus pés de barro, levanta a suspeita de não ter sido tão espontâneo e natural esse surgimento, como a China e a mídia em geral quiseram dar a entender.

Ademais, a suspeita ganha ainda mais corpo ao se considerar quanto essa pandemia serviu aos interesses chineses e prejudicou gravemente os interesses de seus oponentes.

A conclusão lógica que se impõe do quadro descrito acima, é que há grande possibilidade de que o próprio vírus tenha sido criado artificialmente num laboratório e a pandemia tenha se espalhado de modo artificioso.

Ademais, teria havido uma tremenda e monumental manobra de desinformação, de guerra psicológica e “guerra irrestrita”, além do uso da arma biológica, contra todo o Ocidente, mas mais especificamente contra os EUA que, na administração de Donald Trump, tornou-se uma ameaça não somente ao sonho comunista chinês de hegemonia mundial, mas também à própria permanência do Partido Comunista Chinês no poder.

Leve-se em consideração que, além da beligerância característica de todos os regimes comunistas e de seu ódio histórico contra o capitalismo, o livre mercado e a liberdade de expressão característicos do mundo livre, há muito tempo a China tem defendido explicitamente uma “deceitful and covert war”, guerra enganosa e velada, contra os seus inimigos.

No livro escrito em 1999 pelos oficiais chineses Qiao Liang e Wang Xiangsui, chamado “Unrestricted Warfare”, Guerra irrestrita, estão descritas as estratégias de guerras alternativas como mais adequadas ao mundo moderno globalizado do que a guerra convencional.

As guerras políticas, econômicas, os ataques à estrutura digital e o terrorismo – aqui pode entrar o biológico – são consideradas por eles mais eficientes no contexto geopolítico atual. Então, ninguém deve estranhar que a China tenha se utilizado desses meios, na presente situação da pandemia, pois esse tipo de estratégia está de acordo com a sua própria doutrina militar.

O globalismo e a Covid

Mas essa mistura infernal – de guerra de informação, guerra psicológica, guerra irrestrita, inclusive guerra biológica, segundo os oficiais chineses acima mencionados – não teria sido possível sem a cumplicidade e a ajuda do Ocidente, fatores que favoreceram o “miraculoso” vírus chinês que veio salvar o PCC.

A administração de Donald Trump desagradou muito não somente à China, mas também aos aliados dela no Ocidente. Assim que ele chegou ao poder, começou a desmontar nos EUA, na medida do possível, a estrutura socialista que sobretudo Obama tinha montado na máquina governamental, no chamado “deep state”.

Trump assumiu uma postura conservadora e pró-americana mais coerente e efetiva do que todos os presidentes republicanos nos últimos 100 anos, pelo menos. E isso, é claro, despertou o ódio e a ira de quem, nas últimas administrações, tinha avançado tanto na agenda progressista e globalista.

ONU, George Soros, Fundação Rockfeller, Bill Gates, os Clinton, Holywood, Wall Street, a mídia, enfim, todos os agentes progressistas e esquerdistas ocidentais trabalharam de maneira precisa, organizada e intensa, o suficiente para que a histeria em torno do vírus fosse criada, e se tornasse o flagelo que está sendo contra o mundo livre.

A pandemia encontrou uma reverberação solícita, unânime e massiva na grande mídia ocidental, e na maioria dos governos provocou o pronto estabelecimento dos lockdowns e de outras medidas restritivas das liberdades.

A OMS, cujo presidente foi fundador do partido comunista de seu país, primeiro forneceu informações minimizando a possibilidade de contágio do vírus, dando tempo para que ele se espalhasse mundo afora; depois, entrou no coro dos histéricos.

Até as conferências episcopais, em sua maioria, aceitaram sem questionamento o fechamento das igrejas, além de terem anestesiado os fiéis que queriam reagir, com um discurso que dava muito mais importância aos corpos corruptíveis do que com a salvação de suas almas eternas, bem em consonância com o discurso da esquerda.

E, é claro, como não poderia deixar de ser, toda a indústria cultural e as celebridades de Holywood, esses seres iluminados pelos holofotes da mídia, que declararam ad nauseam: “fique em casa”.

Ditadura mundial orwelliana

Não há coincidência, e sim causalidade, no fato de que esses diferentes agentes que agora insuflam tal histeria e pânico por meio do vírus e cooperam com a China, sejam inimigos do Ocidente, da Igreja e da Civilização Cristã, e que tenham, durante décadas, e de maneira coordenada, financiado e promovido a difusão de ideias, de estados de espírito, de costumes, modas, e estilos de vida que minaram as bases de nossa sociedade.

Para a destruição dos últimos resquícios dessa civilização, nada mais oportuno do que uma pandemia, uma crise humanitária, para impor medidas extraordinárias e para – sob o pretexto de cuidar da saúde – criar uma ditadura sanitarista.

Esta, através de um contínuo estado de sobressalto gerado por uma suposta mutação do vírus ou por uma nova onda de contágio, gera surtos de depressão e produz o desenvolvimento de toda espécie de fobias, além da divisão social, da quebra econômica numa escala impensável, e da perda das liberdades mais elementares, inclusive da liberdade de praticar a religião, promovendo a censura generalizada, e muito controle sobre tudo e sobre todos.

A pandemia está sendo utilizada como pretexto para promover uma verdadeira revolução para a criação de uma sociedade nova, na qual as soberanias nacionais signifiquem pouco, e que será uma mistura de duas distopias que acreditamos impossíveis de ser implantadas e de realmente acontecer: a distopia de George Orwell, com o seu Big Brother e o “duplipensar” – “a capacidade de manter duas ideias contraditórias na mente ao mesmo tempo”. E a distopia de Aldous Huxley, com a pílula da felicidade Soma e a manipulação genética.

Todos esses novos rituais higienistas e sanitaristas, uso da máscara, álcool gel, distanciamento social, lockdowns, dentre outros, tomaram tal proporção e abrangência no mundo inteiro, e de tal forma estão sendo inculcados nas pessoas pelas autoridades e pela mídia, que parecem fazer parte de uma monumental engenharia comportamental e social que estaria sendo promovida com vistas a preparar um “homem novo”.

Um homem que aceite uma vida ainda mais normatizada, numa sociedade em que a liberdade, tanto física quanto de pensamento e opinião seja reduzida de tal forma que um governo mundial, com uma religião universal, possa ser implantado sem haver qualquer reação. Ora, não foi desde sempre essa a meta do comunismo e de todos os agentes da Revolução?

A pandemia tem sua dimensão sanitária que precisa ser observada e cuidada. Mas, a meu ver, tem havido muito exagero nisso, porquanto a letalidade do vírus é próxima da letalidade de uma gripe comum, que poderia ser tratada sem essa histeria fabricada, a qual reduz ao último ponto a dimensão espiritual e psicológica do homem, ou seja, a própria racionalidade, que parece não ter importância nenhuma.

Enquanto os que promovem a agenda revolucionária dão à conservação da vida humana um valor absoluto quando se trata da Covid-19, empenham-se de modo cínico a promover a agenda do aborto, que mata todo ano um número quarenta vezes maior de vítimas.

Está aí, diante de nós, o inimigo que bate e arromba a nossa porta, sob a forma de uma metamorfose do comunismo, de uma manobra ardilosa e mortífera dos inimigos de Deus e da Pátria que recorrem a uma arma biológica para atingir seus nefastos propósitos.

Mas Nossa Senhora prometeu em Fátima que por  fim o seu imaculado Coração triunfaria. Até que sobrevenha esse triunfo, é preciso prosseguir na luta e na denúncia das armações e manipulações, como a que agora estamos vivendo. Ela, a quem foi prometido esmagar a cabeça da serpente, nos dará ânimo e nos auxiliará nesse combate.

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