A ditadura global e o controle de opinião

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Ministério da Verdade controla a opinião

O espírito de liberdade próprio da democracia moderna se confronta com o espírito de censura típico da cultura marxista

Beatrix von Storch, deputada federal alemã que faz parte do partido AfD (Alternativa para a Alemanha) atacou recentemente (28/1) no parlamento a aliança entre a grande tecnologia e a esquerda globalista. “Quem ousa discordar é herege!”, denunciou a deputada num discurso.

Uma aliança entre grandes corporações de tecnologia que são gigantes da internet (Amazon, Google, YouTube, Twitter, Facebook, Apple, etc.) e a esquerda globalista foi formada, para estabelecer um sistema global de vigilância e censura. Eles agem como um Ministério da Verdade, a serviço de um estado de vigilância global, tal qual foi apresentado por George Orwell no romance “1984”. 

Opiniões alternativas são simplesmente excluídas da mídia social. Os críticos dos “lockdowns”, da política de migração ou da política climática são desligados digitalmente. Cientistas e especialistas são censurados. Até Donald Trump, então presidente norte-americano, foi censurado. Os chamados verificadores de fatos (“fact checking”) agem como agentes investigadores do Ministério da Verdade.

Este é o espírito de censura e destruição próprio da cultura marxista. Mas cada vez mais cidadãos estão se levantando contra isso. Eles exigem o retorno à democracia e à liberdade de expressão.

Um exemplo disso pode ser notado na censura que foi aplicada aos vídeos do presidente Joe Biden postados no Youtube.

No caso dos vídeos publicados no Youtube, o internauta tem a opção de dar um “like” (gostar) clicando no polegar estilizado voltado para cima. Ou então, pode produzir um “dislike” (não gostar) clicando no polegar estilizado voltado para baixo. Filmes sobre crianças com gatos ou cachorros naturalmente recebem muitos “likes” ou “curtidas”, e também alguns videoclipes. Os políticos geralmente obtêm menos avaliações positivas, a não ser que seu nome seja Matteo Salvini, Viktor Orbán, Donald Trump ou Jair Bolsonaro. Trump, a quem os principais meios de comunicação social geralmente atacam, recebeu de forma constante muito mais curtidas – até mil vezes mais – do que “dislikes” pelas suas postagens no YouTube.

Joe Biden é um caso muito diferente. Ele aparece junto com crianças em muitos vídeos. Biden não apenas acaricia o rosto das crianças, o que não seria ofensivo. Suas mãos trêmulas tocam crianças em lugares muito íntimos, filmados, capturados e publicados no YouTube, entre outros lugares. Essas posturas inconvenientes proporcionaram muitos “dislikes”.

Os gestores do Youtube agora censuraram os vídeos de Biden. A maioria dos vídeos complicados e seus comentários foram excluídos, e centenas de milhares de “dislikes” foram simplesmente apagados nos vídeos de Biden que ainda podiam ser vistos, conforme relatado pelo EpochTimes. Supostamente, de acordo com os funcionários do YouTube, esses “dislikes” têm tudo a ver com “spam”, ou seja, mensagens eletrônicas indesejadas, que não são consideradas pela empresa como “engajamento orgânico”.

O caso de Trump e de Biden evidencia a política de dois pesos e duas medidas aplicada pelos censores. A censura a um prejudica, ao outro favorece.

O YouTube e seu dono, o Google, há muito enfrentam acusações de preconceito político. As empresas disseram que seus produtos são desenvolvidos e administrados como politicamente neutros, mas relatos de funcionários e materiais internos que vazaram indicam que as empresas estão de fato injetando sua política em seus produtos.

Google e YouTube são os dois sites mais populares do mundo, de acordo com o ranking Alexa. Políticos de ambos os lados do corredor levantaram preocupações sobre o enorme poder do Google e de vários outros gigantes da tecnologia.

Compreende-se que o site alemão Freiewelt tenha qualificado essa avalanche global de controle de opinião como uma “orgia de censuras”.

Fontes: Freiewelt e Epoch Times

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